
Um importante intelectual brasileiro diz que “a questão racial parece um desafio do presente, mas tem sido permanente”. (IANNI, Octávio, A Dialética das Relações Sociais).
O quanto nós educadores temos feito em termos de reflexões, críticas e ações sobre a questão racial no contexto escolar?
Será que temos analisado a nossa postura frente ao diferente?
Como perceber o racismo dentro dos limites da escola?
É importante que se perceba o racismo que ainda esta vigente em todo o sistema brasileiro, desde a imagem passada pela TV, jornais, livros, até o comportamento que temos no nosso dia-dia frente ao negro.
-O Brasil é um país mestiço! Não existe preconceito, muito menos descriminação na sociedade brasileira!Então, pra que uma Lei que inclua a história e a cultura afro-brasileira no curriculo escolar? Pra que falar do Preto? Pra que falar de Candomblé?
São essas as falas que são reproduzidas cotidianamente nas ruas, nas filas de banco, na escola, na política.
Mas será que é justo dar aulas de história, abordando as primeiras civilizações sem dizer que o Egito fica na África? Sem salientar que os primeiros povos eram negros? Será que não é necessário que nossas crinças saibam que a África não é um país puramente selvagem, desértico? Será que poderemos renegar toda a cultura e influência importada pra cá como o samba, a capoeira, a feijoada,entre outras infinidades.
O papel do professor deve ser fator primordial? Como vou me preparar para essas aulas? Destruirei os preconceitos estabelecidos dentro de mim para não serem levados para a sala de aula?
Continuaremos a reproduzir um sociedade excludente?
Responda-me, professor!
Silva, Caroline
O quanto nós educadores temos feito em termos de reflexões, críticas e ações sobre a questão racial no contexto escolar?
Será que temos analisado a nossa postura frente ao diferente?
Como perceber o racismo dentro dos limites da escola?
É importante que se perceba o racismo que ainda esta vigente em todo o sistema brasileiro, desde a imagem passada pela TV, jornais, livros, até o comportamento que temos no nosso dia-dia frente ao negro.
-O Brasil é um país mestiço! Não existe preconceito, muito menos descriminação na sociedade brasileira!Então, pra que uma Lei que inclua a história e a cultura afro-brasileira no curriculo escolar? Pra que falar do Preto? Pra que falar de Candomblé?
São essas as falas que são reproduzidas cotidianamente nas ruas, nas filas de banco, na escola, na política.
Mas será que é justo dar aulas de história, abordando as primeiras civilizações sem dizer que o Egito fica na África? Sem salientar que os primeiros povos eram negros? Será que não é necessário que nossas crinças saibam que a África não é um país puramente selvagem, desértico? Será que poderemos renegar toda a cultura e influência importada pra cá como o samba, a capoeira, a feijoada,entre outras infinidades.
O papel do professor deve ser fator primordial? Como vou me preparar para essas aulas? Destruirei os preconceitos estabelecidos dentro de mim para não serem levados para a sala de aula?
Continuaremos a reproduzir um sociedade excludente?
Responda-me, professor!
Silva, Caroline